O fundo imobiliário KNSC11 encerrou dezembro com resultado de R$ 18,2 milhões, avanço de 6,43% frente aos R$ 17,1 milhões de novembro. O desempenho refletiu, soO fundo imobiliário KNSC11 encerrou dezembro com resultado de R$ 18,2 milhões, avanço de 6,43% frente aos R$ 17,1 milhões de novembro. O desempenho refletiu, so

KNSC11 avança 6,43% em dezembro e confirma R$ 0,09 por cota

2026/01/14 22:05

KNSC11 avança 6,43% em dezembro e confirma R$ 0,09 por cota

O fundo imobiliário KNSC11 encerrou dezembro com resultado de R$ 18,2 milhões, avanço de 6,43% frente aos R$ 17,1 milhões de novembro. O desempenho refletiu, sobretudo, a forte participação dos CRIs na receita, em um mês marcado por inflação corrente mais baixa e manutenção de juros elevados. A combinação de indexadores distintos seguiu ditando o ritmo dos proventos e a dinâmica do portfólio.

A receita permaneceu concentrada nos CRIs, que somaram R$ 19 milhões. As LCI contribuíram com R$ 500 mil, enquanto as aplicações em caixa acrescentaram R$ 700 mil. Do lado das despesas, os gastos operacionais atingiram R$ 2 milhões no período, preservando uma margem robusta para a distribuição.

A gestora reforça que os CRIs atrelados à inflação apresentam defasagem entre o IPCA observado e o repasse ao resultado. Em dezembro, os ganhos refletiram majoritariamente os índices de outubro (0,09%) e novembro (0,18%), patamares modestos que limitaram o efeito positivo dessa faixa da carteira.

Diante desse quadro, os resultados agregados do fundo imobiliário KNSC11 sofreram impacto negativo relativo, ainda que compensado, em parte, pelo bom desempenho dos papéis pós-fixados. A expectativa para o IPCA de dezembro é de 0,34%, enquanto o Boletim Focus projeta inflação de 4,43% para 2025 e 4,17% para 2026, cenário que pode reequilibrar o carrego dos CRIs indexados à inflação ao longo do ano.

Os CRIs pós-fixados, indexados ao CDI, foram favorecidos pelos juros elevados e pelo maior número de dias úteis em dezembro. A decisão do Copom de 9 de dezembro manteve a Selic em 15,00% ao ano, beneficiando essa parcela do portfólio, que seguiu entregando carrego consistente ao investidor.

Com base no resultado, o fundo definiu distribuição de R$ 0,09 por cota, com pagamento em 14 de janeiro de 2026. Considerando cota média de R$ 9,19, o rendimento mensal é de 0,98%, isento de IR para pessoa física, equivalente a cerca de 80% da DI do período, ou aproximadamente 94% do CDI em base bruta.

Na alocação, o portfólio encerrava dezembro com 105,0% em ativos-alvo, além de 2,4% em LCI e 3,1% em caixa. Nos CRIs, os títulos atrelados ao IPCA representavam 63,0% do patrimônio, com IPCA + 10,46% a.a. e prazo médio de 7,2 anos, enquanto os atrelados ao CDI somavam 41,9% do patrimônio do KNSC11, rendendo CDI + 3,11% a.a. e prazo médio de 3,7 anos.

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