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O peso do Anhembi para esta gigante de eventos

2026/01/08 18:27

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

O grupo francês GL Events é um gigante global na organização de eventos. Opera 61 equipamentos - como são chamados, por exemplo, espaços multiuso - em 26 países, do Stade de France em Paris a centros de convenções em capitais da Europa e na China, além de fornecer infraestrutura para os Jogos Olímpicos.

Mas é na América Latina e, em particular no Brasil, que encontrou um de seus principais mercados no mundo.

A região representa a segunda maior operação do grupo e tem crescido de tal modo que a empresa acaba de conseguir antecipar em dois anos, de 2027 para 2025, a meta de faturar R$ 1,2 bilhão.

A antecipação da meta de receitas só se tornou possível com a decisão de acelerar investimentos em concessões no Brasil, segundo contou Milena Palumbo, CEO da GL Events para a América Latina, em entrevista à Bloomberg Línea.

O grupo francês investiu R$ 608 milhões para revitalizar e modernizar o antigo Complexo Anhembi, um dos mais tradicionais centros de convenção do país, na zona norte de São Paulo, rebatizado como Distrito Anhembi.

⇒ Leia mais: Como o Anhembi se tornou um ativo único no portfólio desta gigante global de eventos

Distrito Anhembi foi reinaugurado em junho de 2024 após investimento de R$ 607,7 milhões pela GL Events. Localizado na zona norte de São Paulo, ao lado do Campo de Marte, o complexo concentra em 400 mil m² o Sambódromo, Palácio de Convenções e Pavilhão de Exposições.

No radar dos mercados

As ações globais operam em queda nesta quinta-feira (8), enquanto investidores adotam cautela após Trump pedir maior orçamento de Defesa, e enquanto aguardam os dados de emprego americanos (o payroll) de dezembro, que será divulgado na sexta-feira.

- Liquidação do Banco Master. O presidente do Tribunal de Contas da União, Vital do Rego, disse que apenas o Supremo Tribunal Federal pode reverter a decisão do Banco Central de liquidar o Banco Master. Segundo ele, o TCU deve apenas subsidiar o STF com sua investigação sobre a legalidade da operação.

- Gastos militares na mira de Trump. O presidente americano cobrou um aumento de US$ 500 bilhões nos gastos anuais com defesa, para US$ 1,5 trilhão em 2027, enquanto exigiu que empresas de defesa suspendam recompras, dividendos e limitem salários de executivos até investirem mais em fábricas e P&D.

- Ouro e prata caem com ajuste de índices. Os metais preciosos operam em queda pelo segundo dia consecutivo, diante do rebalanceamento anual de índices de commodities que pode provocar vendas bilionárias de contratos futuros. A prata é a mais exposta, com até US$ 6,8 bilhões em contratos que podem ser vendidos, segundo o Citi.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas ontem (07/01): Dow Jones Industrials (-0,94%), S&P 500 (-0,34%), Nasdaq Composite (+0,16%), Stoxx 600 (-0,05%), Ibovespa (-1,03%)

LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

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• Para não ficar de fora: Tensão geopolítica entre EUA, Venezuela e Groenlândia impulsiona ações de defesa

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Equipe Breakfast: Marcelo Sakate (Editor-chefe, Brasil), Filipe Serrano (Editor sênior, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)
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